S O B R E   O   G R U P O

PALOMBAR

[De palomba + -ar2.]

Verbo transitivo direto. Próprio do vocabulário circense.

  1. Ato de costurar a lona do circo. Muitas vezes essa tarefa era feita de forma coletiva por todos os familiares e artistas que viviam no circo.

O Grupo Circo Teatro Palombar nasceu em julho de 2012, a partir do processo de formação artística realizado pelo Instituto Pombas Urbanas no bairro Cidade Tiradentes.

Somos parte de uma geração de grupos circenses formados em escolas de Circo Social. Encontramos fora da lona um lugar para exercer nosso trabalho artístico.

Somos jovens unidos pelo circo-teatro para expressar e comunicar nossas ideias. A partir do estudo do circo, do teatro e da música, criamos um repertório de três espetáculos e estamos consolidando características próprias no atual contexto do circo. Somos um coletivo com treze integrantes que mantém um processo cooperativo e contínuo de pesquisa e criação. Temos a arte como projeto de vida e desenvolvemos um trabalho de formação de crianças e jovens a partir dos conceitos do Circo Social.

S O B R E  A  C O O P E R A T I V A  D E  A R T I S T A S

COOPERATIVA DE ARTISTAS

Criada em abril de 2015, a Cooperativa é fruto de um processo de formação artística e técnica com jovens do bairro Cidade Tiradentes. Foi estruturada após um longo processo de orientação técnica, jurídica e contábil realizada por profissionais com experiência no trato de questões relacionadas ao modelo Cooperativista. Atualmente possui 20 cooperados e uma estrutura organizacional nas áreas administrativa, de comunicação e captação de recursos. Está inscrita no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas sob o n° 22.247.129/0001-31 e com todas as certidões em dia. Seu Estatuto também está devidamente registrado. Seu maior desafio é gerar oportunidades de trabalho e produção artística para seus associados que integram 03 coletivos periféricos, a saber, Núcleo Teatral Filhos da Dita (2007), Cia Teatral Aos Quatro Ventos (2010) e Grupo Circo Teatro Palombar (2012).

ARTISTAS

C O N H E Ç A   U M   P O U C O   D O   E L E N C O

rafael

– – – Rafael Garcia – – –

Malabarista, ator ou palhaço? A forma mais adequada que encontro para falar sobre meu ofício é que a arte circunda minha vida e meu ser, principalmente nas horas em que brinco quando não deveria ou trabalhava quando não queria.

vinicius

– – – Vinicius Mauricio  – – –

Acrobata? Um pouquinho, o palhaço Menininho. Coragem não me falta, para voar na grande báscula. No trapézio me arrisco e também me divirto. E com rima termino minha apresentação, nas batidas de uma percussão.

ricardo

– – – Ricardo Big  – – –

Ator no Grupo Pombas Urbanas, arte educador no Centro Cultural Arte em Construção, assistente de direção no Grupo Circo Teatro Palombar, amante de fotografia e maquiagem artística.

barbara

– – – Barbara Maria – – –

A barbada com toque de Berbitta. A que é livre para poder ser e estar, assim, usufruindo do sagrado feminino dentro e fora da arte, palhaça no picadeiro e na vida. Cantando e encantando por onde passa entre o folie da sanfona através do espaço.

david

– – – David Wilian – – –

Através da diversão do palhaço arriscando em movimento swingado, sanfonando alegria e melodia, dançando em meio aos pratos e suas varetas. Com suas caretas e tropeços o palhaço Biduco é mais do que uma energia, muito mais profundo que me leva a outro mundo. O mundo do circo-teatro.

eder

– – – Giuseppe Farina – – –

Sonhador, lúdico, contemporâneo ao passado e um koan no futuro. Músico por exercício da profissão, se arrisca a tocar 3 ou 4 instrumentos ao mesmo tempo, mas não ao mesmo tempo faz malabares com cigar box. Portô, Palhaço, Escritor e Distraído assim sendo.

guilherme

– – – Guilherme Torres – – –

Amigo íntimo da adrenalina, guiado pelos meus sonhos, tenho minha marca registrada como monociclista freestyle. Trago comigo a energia do palhaço, dou saltos e piruetas no equipamento báscula, realizo tudo que faço com muita energia e carinho ao meu próprio estilo.

henrique

– – – Henrique Nobre – – –

Artista Circense entre outros saberes como Produtor e Arte Educador. Especialidades: Acrobacia Excêntrica e a teatralidade dentro do circo. Grande parte de meu aprendizado e saberes foi através do Grupo Circo Teatro Palombar onde sou integrante e fundador dessa história maravilhosa.

larissa

– – – Larissa Evelyn – – –

Sou dos ares, sou do solo, sou da vida. Transito entre o medo e o conforto, para mim o circo é assim. Posso ser Sonsafona e posso ser Jasmim. Admiro a diversidade e a fantasia desse mundo por cima da barra de um trapézio, lugar no qual me possibilita ser feliz.

paulo

– – – Paulo Santos  – – –

A linguagem do palhaço me encanta, pois através dela consigo refletir e expressar atitudes do ser humano, e a cada passo que dou no picadeiro me aproximo mais do respeitável público.

leonardo

– – – Leonardo Galdino – – –

Ator, malabarista e palhaço há 7 anos, formado pelo Instituto Pombas Urbanas. Experiência com guitarra, trombone e instrumentos excêntricos. Com histórico de mais de 100 apresentações em diversos lugares de São Paulo. Atualmente integra o Grupo Circo Teatro Palombar há 6 anos.

marcelo

– – – Marcelo Nobre  – – –

A minha vida é um circo coberto por remendos, fico me equilibrando na perna-de-pau, tocando instrumentos inusitados do palhaço e desafiando-me na báscula, é esse o lugar que me possibilita tornar sonhos realidade.

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– – – Adriano Mauriz  – – –

Ator fundador do Pombas Urbanas atuando em todos os espetáculos do grupo desde 1989 e realizando apresentações pelo Brasil e países da América Latina. É um dos coordenadores do Centro Cultural Arte em Construção em Cidade Tiradentes que realiza projetos como: Encontro Comunitário de Teatro Jovem da cidade de São Paulo, Projeto Semear Asas, Canto das Letras e Somos do Circo. Dirigiu e escreveu os espetáculos “Uma Arriscada Trama de Picadeiro e Asfalto”, “A Novidade é Milenar”e “A Fabulosa Charanga dos Excêntricos” do Grupo Circo Teatro Palombar e “Cidade Desterrada” do Grupo Pombas Urbanas. Foi representante do Movimento dos Pontos de Cultura do Estado de São Paulo na Comissão Nacional dos Pontos de Cultura, recebendo o prêmio Tuxaua do MINC por sua atuação.